
Volume 2 - Capítulo 687
Super Detective in the Fictional World
Kincaid zombou: — O que há para falar sobre este tipo de merda estranha? Hm, zumbi ou vampiro?
Michael falou: — Zumbi! Ele não nos deixará atingir sua cabeça. Ele deve ser um zumbi.
Bang!
O motorista, que virou uma sombra, foi atingido na cabeça e caiu no chão.
O motorista era no máximo 60% mais forte que a vampira Raquel na sala secreta; mas foi azarado de encontrar Luke.
Luke pisou nas costas do cara: — Diga-me, quem mandou você? Não me diga que é o Dukhovich. Ele não é um de vocês.
O motorista lutou fracamente no chão e gritou: — Seu bastão… há algo nisto?
Luke bateu na nuca dele com a ponta do bastão: — Você acha que não sei que tem medo de armas de prata?
Quando atingiu o motorista com força, sua cabeça soltou algumas faíscas e o fez gritar: — Você ousa ir contra nós? Nós teremos vingança!
Impaciente, Luke pegou a Glock.
Bang! Bang! Bang! Bang!
Uma série de buracos apareceu no estômago do motorista.
— Eu que faço as perguntas aqui. Diga-me a localização do seu povo e farei com que eles vinguem você — ele falou zombeteiramente.
Menos de cinco minutos depois, Luke apunhalou o motorista na cabeça.
A dupla faladora ficou quieta quando olhou para o motorista, que estava gritando e se debatendo de dor.
Luke gritou do banco de trás: — Entrem, rapazes. Estamos com pressa aqui.
Como se acordassem de um sonho, eles entraram no carro e continuaram a viagem.
Luke tirou outro pirulito e começou a mastigar enquanto cantarolava: — Nobody gets out alive~
Após um breve silêncio, Kincaid perguntou: — O que diabos era aquilo?
Luke mudou o pirulito da bochecha esquerda para a direita: — Michael estava errado. Atingir um vampiro na cabeça não pode matá-los, mas ainda machuca e os desfigura, então é claro que ele não quer ser atingido na cabeça.
Michael interferiu: — Está familiarizado com… vampiros?
Luke balançou a cabeça: — Não estou familiarizado com eles, mas vi um cara chamado Andarilho do Dia caçar e matar um monte deles.
Michael e Kincaid sugaram ar frio.
Aquele foi um monstro que ainda estava vivo após ser baleado uma dezena de vezes e alguém conseguia caçar e matar um monte deles?
Naquele ponto, Luke fez uma pergunta: — Por que o Dukhovich está trabalhando com vampiros? Você ouviu algo suspeito?
Após um breve silêncio, Michael balançou a cabeça.
Kincaid, todavia, falou: — Uma vez ouvi que o Dukhovich envia alguns “criminosos” que receberam pena de morte para certas partes da Europa Oriental, e as pessoas que os receberam eram de uma certa organização privada.
Luke assentiu e não disse nada.
Era possível que Dukhovich estivesse fornecendo aos vampiros “produtos” numa negociação de benefícios mútuos.
Não poderia ser mais fácil para uma pessoa no poder conseguir “produtos”. Quando o governante era cruel e não tinha limites, pilhar era muito fácil.
A dupla faladora ficou quieta por um momento.
Contudo, Michael perguntou de repente: — Como eles nos alcançaram baseado apenas na gravação de vigilância? Há pelo menos três a quatro estradas ao longo desta rota. Eles estão observando cada uma delas? Estou mais disposto a acreditar que eles têm pessoas esperando nas docas.
Luke não falou nada.
Era impossível ele ser rastreado. A coisa mais importante sobre seu celular falso era que não podia ser usado para monitorar ou localizá-lo.
Além disso, ele não esteve muito ativo na Europa até agora e a maioria dos alvos estava morta.
Contudo, seu olhar recaiu sobre Kincaid no banco do passageiro.
Michael também olhou para Kincaid.
O careca ficou surpreso: — O quê? Sou uma vítima. Acha que arranjaria alguém para me matar?
Pensando nisto, Michael olhou para o banco de trás pelo retrovisor.
Luke tossiu: — Meu celular não pode ser rastreado, mas não sei o de vocês.
Michael balançou a cabeça decisivamente: — Estou usando um chip fantasma. Não há como rastrear a fonte…
Ele olhou para o careca suspeitosamente: — De onde arranjou a arma?
Kincaid deu de ombros: — Peguei de um mercenário.
Michael: — … Você não pegou o celular dele, né?
Após um silêncio momentâneo, Kincaid soltou uma tosse vazia: — … Foi conveniente.
O carro balançou na estrada e Michael rugiu: — WTF! Você ainda não jogou isso fora? Você não sabe que podem rastrear facilmente a localização de um chip? É por isso que estou usando um chip fantasma! Estamos em dois mil e vinte e quatro, em que século você vive?
Kincaid ficou chateado: — Estou velho, mas agirei assim que tiver um objetivo. Não sou como vocês dois, hesitando e pesando os prós e contras, okay?
A dupla começou a discutir de novo.
Contudo, enquanto Kincaid discutia, jogou o celular pela janela, usando suas ações para admitir que estava errado.
Luke continuou comendo o pirulito como um espectador.
Ele sabia que Kincaid tinha um celular consigo que poderia atrair o inimigo.
No entanto, e daí? Eles eram pontos de crédito e experiência!
Foi uma pena que Michael descobriu o celular isca e Luke não queria ser rotulado como um idiota.
Uma vez que uma pessoa era tratada como idiota, todos a evitariam no futuro e qualquer coisa de ruim que acontecesse seria culpa dela.
Quando amanheceu, os três chegaram a uma doca.
Michael não estava errado; a outra parte realmente estava rastreando o celular e não sentiu suas intenções.
Não havia ninguém na doca.
Havia muitas docas na Inglaterra e várias balsas que partiram para a França e Amsterdã.
Os mercenários que estavam atrás de Kincaid não eram uma grande força e não podiam monitorar todas as docas num curto período.
Definitivamente, havia pessoas observando o túnel do canal, motivo pelo qual Michael não dirigiu para a França.
Sentados na balsa, os três escoraram no corrimão no topo e observaram a Inglaterra desaparecer lentamente.
Luke comprou uma grande sacola de petiscos de um supermercado no píer e deu uma bebida para Kincaid no barco: — É um energético! Hm, não é igual ao do carro do Michael.
Kincaid não pensou em nada disto e aceitou a bebida antes de beber.
Luke deu outra garrafa de café para o Michael: — Você ainda é jovem. Toma isto para acordar.
Nenhum deles se importou. Eles abriram suas bebidas e começaram a beber e conversar.
Luke se sentou no corrimão com um sorriso e tirou um sanduíche para comer.
Ele não esqueceu de dar comida para a dupla.
O motivo de estar sendo tão legal era que levaria algumas horas para chegar lá e seria legal ouvir o show dos dois.
A comida reabastecia estamina, a bebida, a saliva, e estes dois faladores poderiam continuar conversando.
Ouvindo a conversa, Luke entendeu lentamente o que estava acontecendo com Kincaid.
De certo modo, o careca era similar a Luke.