
Volume 2 - Capítulo 650
Super Detective in the Fictional World
Assim, um assalto virou uma contraversão que não ativaria eventos subsequentes porque a maioria das pessoas estava distraída demais para causar problemas.
Quem não estivesse falando do super incrível Batman hoje seria considerado ultrapassado.
Isso foi algo que a maioria das pessoas comuns, incluindo bandidos, não podiam aceitar.
Os canais de TV também contribuíram para a tendência ao transmitir continuamente as ações do Batman, bem como entrevistas dos sobreviventes.
Conflitos? Los Angeles era uma cidade com a tradição de conflitos. Não era algo estranho.
Um super-herói da vida real, por outro lado, merecia atenção pública!
Assim, uma atmosfera estranha e relativamente pacífica permeou Los Angeles.
Embora a cidade tenha sofrido um pouco de desastres, ninguém parecia interessado em causar problemas. Até os manifestantes na prefeitura eram poucos e distantes entre si.
Luke e Selina conversaram um pouco com Elsa antes de sair do escritório.
A Divisão de Crimes Graves largou todos os casos para trabalhar em cooperação com a patrulha e ajudar a manter a lei e a ordem. Eles queriam jogar os bandidos mais inquietos na prisão primeiro, antes que todos voltassem sua atenção para criar problemas. Luke ligou para o Professor Lawrence Hayes da Caltech de novo e depois pediu a Jenny para transferir um pouco de dinheiro ao professor.
Naturalmente, o dinheiro foi direcionado à pesquisa de Lawrence na previsão de terremotos.
O Professor Lawrence era um pesquisador estereotípico, que aceitou o financiamento espontaneamente. Ele apenas falou que os terremotos não alcançaram o auge ainda e que precisava continuar monitorando a situação.
Após ouvir isso, Luke simplesmente pediu ao professor para avisá-lo quando descobrisse algo, antes de desligar.
O rosto de Selina ficou sombrio após ouvir Luke contar isto: — Então, quantos figurões idiotas temos que salvar?
Luke riu: — Se isto acontecer de novo, apenas diga que sua comunicação quebrou. Você é ingênua demais; se tivesse se fingido de surda e idiota naquela hora, ninguém poderia te arrastar nisto!
Selina bateu na testa: — Só queria salvar mais pessoas. Como iria saber que estaria salvando aqueles porcos?
Eles passaram a tarde ensinando uma lição aos bandidos, assaltantes e trombadinhas de seu distrito antes de voltarem para casa no pôr do sol.
Claire havia acabado de voltar para casa também.
Ela fez um tour da UCS no Ford usado com Dollar ao lado. Luke não ficou preocupado com a segurança dela.
Ela realmente era uma macaca travessa que ficaria maluca se ficasse parada por muito tempo.
As três pessoas e o cachorro tiveram um jantar simples e sumptuoso, e Claire falou sobre o que fez.
Porém, a conversa logo mudou para o tópico mais quente das ruas no momento — Batman.
Considerando como o Batman apareceu, Claire naturalmente virou uma grande fã e esteve prestando atenção nas notícias.
Pelo que falou, embora não fosse muito seguro fora, não estava tão ruim também.
Aonde quer que fosse, ouvia pessoas falando do Batman. Alguns rapazes na UCS até começaram a usar trajes falsos. Luke ficou surpreso: — É final de junho em LA… eles não estão com medo de insolação?
Claire caiu na gargalhada: — Você nunca vai entender como cosplayers pensam.
Luke balançou a cabeça: — Não, eu entendo. Contanto que seu cosplay exija, eles podem usar calças grossas no verão e ficar meio pelados no inverno, certo?
Claire ficou atordoada: — Alguém tão desatualizado como você sabe disso?
Luke sorriu misteriosamente.
Ele nunca esteve envolvido em cosplay nas duas vidas, mas ainda podia dizer quando os cosplayers na tela do seu laptop eram garotas reais ou crossdressers.
É claro, o Batman não podia ser considerado cosplay. Isso porque este local não tinha a DC ou quadrinhos do Batman. O Bruce Wayne e sua Corporação Wayne não existiam também.
Além disso, o traje de Luke era apenas similar ao do Batman; não era idêntico.
O Bruce Wayne não tinha o físico extraordinário de Luke, então seus trajes foram montados com pontos diferentes.
Claire ficou suspeita quando olhou para o sorriso dele: — Você fez cosplay antes em segredo? E nunca me falou por que está com medo de eu rir?
Luke riu: — Não tenho tempo para isso.
Se eu tivesse esse tipo de tempo, sairia com o Batman e jogaria um RPG da vida real. Isso não seria melhor ainda? Ele murmurou consigo.
Terminado com a conversa, todos fizeram uma pausa e então treinaram após o jantar, como de costume.
Porém, o pai de Blake, Ray, ligou e foi direto ao ponto: — Luke, desculpa, mas tenho uma pergunta.
Luke: — Pode falar.
Ray manteve a voz baixa: — Tem certeza de que existe a possibilidade de um terremoto mais forte acontecer?
Ponderando por um momento, Luke respondeu: — Esta informação é do Professor Lawrence Hayes da Caltech, mas foi uma consulta privada. Não posso oferecer nenhuma prova ou tornar isto público.
Após um breve silêncio, Ray perguntou: — Mas ele previu o terremoto ontem? E falou que o cinturão do terremoto se estende até São Francisco?
Luke pensou por um momento e falou: — O Professor Lawrence é um pesquisador, sinta-se livre para falar com ele. Eu darei o número. Você pode ligar e avisar que fui eu quem te indicou.
Ray: — Obrigado, Luke.
Luke respondeu com um sorriso: — De nada. Cuide-se.
Ele claramente descobriu isso pela sua filha Blake, e como um membro central do Resgate Aéreo de LA, a administração de desastre era sua maior responsabilidade. O homem era muito diligente e tinha um forte senso heroico de dedicação; ele não poderia ter se tornado o capitão do Resgate Aéreo de outra forma.
Era um trabalho muito mais perigoso que o da polícia normal.
Ray queria estar preparado antes que outro terremoto acontecesse.
Após desligar, Luke treinou com Claire e Selina por uma hora e então foi trabalhar na oficina.
Tarde da noite, Luke saiu.
Desta vez, Gold Nugget simplesmente levantou as orelhas, mas nem se incomodou em acordar Selina.
“Você não viu e nem ouviu nada…” Esse foi um aprendizado que Selina enfiou na mente dele.
O diabo não gostava de pessoas curiosas demais.
Bem, Gold Nugget não era humano, mas ainda queria que o diabo fosse mais gentil.
Num armazém na Zona Leste de Los Angeles, trinta criminosos arregaçaram as mangas e estavam ansiosos para seguir em frente. Eles estavam loucos de antecipação há dois dias.
Eles inicialmente planejaram realizar a fuga durante o caos após o terremoto, mas isso foi perturbado pelo misterioso Batman.
Embora Los Angeles atualmente estivesse em algum caos, o sistema policial ainda estava funcionando normalmente. Os criminosos foram pegos num dilema.
No final, decidiram agir hoje.
Um grande grupo como o seu, seria exposto mais cedo ou mais tarde se continuassem escondidos neste armazém.
Eles se tornariam a piada do ano entre os ladrões se fossem pegos antes de agir.
Nada além do som de armas sendo montadas e equipamento sendo separado podia ser ouvido. Poucas pessoas estavam conversando.
— Se faremos um banquete ou comeremos merda dependerá da nossa tentativa desta noite. — Um latino magro de meia-idade murmurou consigo.