Super Detective in the Fictional World

Volume 2 - Capítulo 538

Super Detective in the Fictional World

O homem negro estava com tanto medo que o pé de cabra em sua mão caiu. Ele se virou tenso e estranhamente: — Não, não precisa.

Vendo os distintivos em seus peitos, ele ficou ainda mais ansioso: — Ah, tenho que mijar. Conversamos mais tarde. — Com isso, ele fugiu.

Luke e Selina não se incomodaram em perder tempo com ele.

Havia ladrões demais iguais a ele em Los Angeles. Se não estivesse no caminho e Luke pudesse ganhar dez pontos de créditos e experiência só por dizer algumas palavras, ele não teria se intrometido.

Luke estava prestes a sair após assustar um ladrão idiota que falhou em roubar algo e que perdeu o pé de cabra.

Porém, mesmo quando colocava no nível comum, seu Olfato Aguçado ainda era mais sensível que o das pessoas normais, e descobriu algo interessante. Olhando para o carro, perguntou de repente a Selina: — O arquivo menciona a placa do Jameson?

Selina procurou no arquivo: — Ei, verdade, está aqui.

Luke tirou o cartão de Jameson do bolso e discou o número: — É o Sr. Jameson? Encontramos alguém tentando roubar seu carro.

Em menos de dois minutos, Jameson veio correndo com raiva: — Droga, qual é o problema com Los Angeles? Aqui é o inferno na Terra?

Ele não surtou com Luke e Selina.

Não era idiota. Embora os detetives da Divisão de Crimes Graves não tivessem posições necessariamente altas, tinham muito mais poder que policiais normais.

Além disso, pequenos furtos não estavam na sua jurisdição e poderiam ignorar.

Luke simplesmente assentiu: — Sr. Jameson, este é o seu carro?

Jameson tirou a chave e pressionou o botão de destravar, e o carro buzinou instantaneamente: — Pode abrir seu porta-malas? O ladrão parecia estar tentando abri-lo agora há pouco.

Jameson achou estranho, mas fez como pedido.

Após o porta-malas abrir, Luke olhou para o que tinha dentro com um sorriso zombeteiro: — Sr. Jameson, essa não é o saco de papel marrom fornecido pelo casino? Julgando pela maneira como está empacotada, contém os vinte mil que perdeu?

Perplexo, Jameson pegou o saco e despejou seu conteúdo no porta-malas.

Dois maços de dinheiro caíram.

Considerando o valor e a denominação, e contanto que algumas notas não tivessem sido puxadas, Luke sentiu que definitivamente eram os vinte mil.

Olhando para Jameson, que estava checando o dinheiro com descrença completa, Luke perguntou com um sorriso: — Sr. Jameson, parece que pode fazer uma ligação e retirar seu caso agora, certo?

Jameson ficou envergonhado: — Mas eu fui realmente espancado e roubado. Como saberia que ele iria jogar o dinheiro no meu porta-malas?

Quando falou isso, percebeu algo de repente: — Espera, ele cobriu minha cabeça precisamente porque não queria que eu o visse jogando o dinheiro no porta-malas ou ele não queria que eu visse seu rosto? Ele estava tirando sarro de mim!

Luke e Selina concordaram com esta especulação.

A menos que o Sr. Jameson não tinha nada melhor para fazer além de chamar a polícia por algo que não aconteceu, isto era mais provável de ser uma vingança mesquinha que roubo.

O ladrão não levou os vinte mil quando estava bem na frente dele; isto provavelmente era pessoal.

Ele espancou o Jameson, mas não o machucou, então provavelmente não o odiava. Ele só queria humilhá-lo.

Mesmo que o ladrão fosse encontrado, seria difícil condená-lo. Afinal, Jameson não tinha perdido nenhum dinheiro e não estava ferido.

Luke e Selina não perderam tempo e simplesmente pediram para Jameson estacionar o carro no complexo do hotel.

Eles não sabiam o que o magnata idiota estava pensando quando estacionou o carro fora do hotel e carregou o dinheiro quando saiu. Ele só podia se culpar pelo azar.

O palpite de Luke era que este cara queria se exibir gastando seu dinheiro.

Tirando pelos criminosos, a maioria das pessoas não ganhava tanto do trabalho diário.

Além disso, havia algumas ocasiões em que usar um cartão de crédito não era bom porque deixaria um rastro, então os trabalhadores de certos setores queriam dinheiro.

Rotulando Jameson como um playboy em sua mente, Luke partiu com Selina.

Selina riu: — A família deste cara é dona de um jornal. Embora fique em Nova York, o departamento ainda não quer ser criticado pelo jornal por leis e ordens horríveis, por isso deram o caso para nós. Então, resolvemos este caso em meio-dia, certo?

Luke achou engraçado: — Sério? O jornal em Nova York pode dizer o que quiser. Qual figurão valoriza tanto nossa reputação?

Selina apontou para ele: — Calma, você!

Luke: — Hã?

— Porque o figurão é o Diretor Brad, o chefe do nosso chefe do nosso chefe — disse Selina.

Vendo a estranheza no rosto de Luke, ela caiu na gargalhada.

Após terminar de rir, finalmente explicou: — Segundo a Elsa, o Diretor Brad só veio a LA após ser expulso de Nova York. Quando saiu, jurou que voltaria para Nova York algum dia.

Luke sorriu estranhamente. Esta era uma questão de seguir princípios ou defender sua dignidade? Olhando para seu rosto, Selina acrescentou: — Além disso, acho que o nosso chefe quis dizer na época que queria que aqueles caras de Nova York implorassem para ele voltar.

“Hoje pequeno, grande amanhã!” Quando Luke lembrou deste ditado, imediatamente riu. O Diretor Brad com certeza não era jovem e ninguém jamais o desprezou. Ele era um dos homens mais poderosos na LAPD. Sua posição como diretor da LAPD da Zona Oeste poderia no máximo ser considerada um pequeno revés na vida.

Parando com a discussão sobre a vida de seu chefe, os dois voltaram para o departamento.

Luke não contou a Selina que ele sabia quem espancou Jameson. O cheiro de um certo “melhor assassino” não confiável ainda estava no dinheiro.

Do contato de Luke com o cara, isto era realmente algo que ele faria, nem pelo dinheiro, mas pela diversão.

Contudo, quem iria contar como exatamente Jameson enfureceu este “melhor assassino”?

No entanto, o melhor assassino não foi tão longe a ponto de cortar Jameson em pedaços. Talvez, o rancor não fosse sério demais? De volta ao departamento, Luke examinou os cadáveres e evidência que coletaram dos dois casos de assalto e homicídio no banco.

Deixando o homem cuja cabeça foi esmagada, ele descobriu algo novo sobre o assaltante que foi enforcado.

Olhando para o laço, Luke esfregou o queixo: — Esta técnica parece familiar.

Na verdade, não era apenas familiar.

Os nós e a altura do laço eram similares às habilidades de Todd Vince, aquele assistente de direção e escritor.

Luke até conseguia imaginar como o laço deve ter voado no ar para pousar no pescoço do assaltante e enforcá-lo.

Todd Vince já tinha sido esmagado pelas rodas de uma caminhonete. Ele estava o mais morto possível.

É claro, um morto não poderia cometer um crime. Só poderia ter sido realizado por algum com habilidades proficientes de corda.

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