
Volume 2 - Capítulo 507
Super Detective in the Fictional World
Olhando para como estavam posicionados em locais estratégicos em toda floresta, este provavelmente era uma tropa militar padrão.
Pensamentos surgiram na cabeça de Luke.
Estes caras, que pareciam com soldados americanos típicos, estavam aqui para montar um resgate ou lidar com o acampamento militar do outro lado?
De repente, ouviu um grito abafado pelo fone de ouvido; parecia com uma mulher.
Ele franziu a testa.
Aquele grito veio da construção de madeira e foi capturado pelo drone que pousou apressadamente no telhado mais cedo.
Olhando para o pequeno esquadrão que parecia um pouco inquieto, Luke decidiu agir imediatamente.
Independente do motivo daquele esquadrão estar aqui, quando começassem a se mover, eles prejudicariam sua operação de resgate.
Se avançassem nesta pequena fortaleza e resgatassem Lisa Feng, Luke não conseguiria ajudar Dustin a retribuir o favor. Além disso, se os bandidos no acampamento militar próximo fossem alertados, uma batalha intensa poderia ocorrer e seria problemático se Lisa Feng se machucasse.
Assim, Luke decidiu agir.
Ele colocou uma máscara, o capacete à prova de balas especial feito por si e o colete à prova de balas de camada dupla.
Com o equipamento colocado, ele poderia garantir a própria segurança mesmo que o esquadrão fosse hostil.
Após terminar as preparações, saiu rapidamente do carro e seguiu sorrateiramente até a fortaleza. Não muito longe, dois soldados estavam se comunicando baixinho: — Capitão, devemos agir?
A outra pessoa ficou em silêncio por um momento antes de responder: — Entendido. Preparam-se para se mover. Whip está a caminho e chegará em quinze minutos. Big Crow também está no ar. Sargento, mantenha contato com a fortaleza…
De repente, um soldado exclamo baixinho: — Capitão, intruso não identificado localizado.
Como o franco-atirador, ele estava observando os guardas na fortaleza, quando notou algo incomum.
Os soldados ficaram atordoados por um instante. Rapidamente, seguiram a direção apontada pelo franco-atirador e viram uma pessoa entrando na fortaleza.
— Ele não está conosco — o capitão confirmou imediatamente: — Seu equipamento não está certo. Além disso, ele está… desarmado?
Olhando para a pessoa pelo equipamento de visão noturna, o sargento franziu a testa: — Isso mesmo. Julgando pelo equipamento, ele não é um dos homens do Christophe.
— Capitão, ele já se infiltrou no acampamento e está se aproximando da construção. O que faço? — perguntou o franco-atirador.
O capitão declarou sem hesitação: — Se prepare para entrar a qualquer momento.
O sargento suspirou: — Este sujeito é realmente bom. Ele entrou no local sem soar o alarme. De onde ele é? Ele é um dos nossos?
O capitão também estava observando a situação com visão noturna: — Talvez não. Seu estilo de operação não é o mesmo, mas ele definitivamente teve treinamento.
O franco-atirador relatou: — Ele está fora. Está carregando uma mulher. Ela está provavelmente ferida.
O capitão hesitou por um momento antes de dizer baixinho: — Preparem-se para luta. Se ele for descoberto, abram fogo e ajudem-no a interceptar seus perseguidores.
Naquele momento, com a mulher que acabou de resgatar nas costas, Luke suspirou de alívio. Ele encontrou o local certo.
Após entrar no prédio, ele rastreou o cheiro de sangue e encontrou um gordo barbudo torturando a mulher com uma furadeira.
Sem hesitação, ele entrou e agarrou o gordo pelo pescoço, enquanto dava uma olhada no rosto da mulher.
Embora o rosto estivesse meio inchado, Luke conseguiu confirmar sua identidade com uma olhada.
Seu cheiro era exatamente como havia confirmado em Los Angeles. Ele detectou isto na Rocinha também.
Ao confirmar sua identidade, Luke agarrou a furadeira elétrica que estava na mão do gordo e enfiou na boca do homem antes de ligar.
Pisando no gordo, ele explicou a Lisa Feng que foi enviado pelo DEA enquanto libertava rapidamente suas mãos empaladas na mesa.
Christophe era um traficante clássico que interrogava seus inimigos brutalmente.
As mãos de Lisa Morales estavam basicamente arruinadas. Ela mal conseguiria usar um garfo no futuro.
Porém, era melhor sair daqui viva que ser torturada até a morte.
Suspirando para ela, ele simplesmente enrolou suas mãos em bandagens e amarrou nas suas costas com um cinto.
Então, pegou uma pistola do gordo no chão, saiu do prédio e olhou na direção do esquadrão de soldados que estava observando.
Luke não parou enquanto seguia direto para o portão dos fundos.
— Com licença, mas você não vai roubar o crédito por isto — Luke murmurou consigo enquanto passava pelo prédio.
— Ele vai conseguir — disse o franco-atirador baixinho.
Todos prenderam a respiração.
Luke já tinha chegado na beirada do prédio e estava a mais de dez metros do portão dos fundos.
Sem pressa alguma, caminhou suavemente pelos galhos e folhas caídas.
De repente, uma porta abriu numa lateral atrás dele e um homem apareceu bocejando.
— Inimigo no portão — disse o franco-atirador rapidamente.
— Atire — o capitão deu uma instrução simples.
Ele estava observando as redondezas de Luke também.
Este bandido apareceu de repente atrás de Luke e logo o notaria, que estava se movendo para frente.
O franco-atirador quase puxou o gatilho imediatamente.
Após um disparo muito suave, o bandido… soltou um grito alto.
— Droga! — o capitão xingou.
Que azar! Luke suspirou secretamente. Se os soldados americanos tivessem sido mais lentos, ele teria fingido se virar sem querer e nocautearia o bandido, que saiu para mijar, com sua arma.
Porém, essa era a lei de Murphy.
Quase no momento que o franco-atirador puxou o gatilho, o bandido tinha bocejado alto e inclinou naturalmente a cabeça para trás.
Como resultado, a bala mirada na sua cabeça passou de raspão, deixando uma linha de sangue na testa. O bandido gritou imediatamente de dor.
Sem olhar para trás, Luke disparou no bandido gritando.
Era sem sentido se esconder por mais tempo, não que ele estivesse com medo dos bandidos desta fortaleza.
Ele chegou no portão dos fundos no momento que um bandido veio correndo com uma arma.
Antes que pudesse fazer mais que mover os lábios no momento que viu Luke, sua cabeça explodiu. Luke ficou sem palavras. Você está roubando meus pontos de crédito e experiência!
Aquilo era coisa do franco-atirador.
Contudo, o homem claramente estava ajudando, então o que ele poderia dizer?
Acelerando, Luke saiu rapidamente da fortaleza.
Ele manteve a velocidade num ritmo normal caso os soldados notassem algo estranho e desapareceu na floresta.
Os bandidos já estavam gritando na fortaleza atrás dele e alguns já tinham saído correndo.
O tiroteio ocorreu quando os soldados e os bandidos começaram a brigar.
Luke murmurou consigo: — Vocês não vão fugir?
O capitão, todavia, deu uma ordem rápida: — Ganhe alguns minutos para aquele cara. Não deixe eles o cercarem.