Salvando o CEO Autoritário

Volume 3 - Capítulo 299

Salvando o CEO Autoritário

"Tenho certeza de que conhece meu título. Sou o moderador desta reunião, então naturalmente preciso estar aqui. Agora, por favor, vá embora", disse Machu, a impaciência evidente em seu rosto enquanto se aproximava com uma aura escura e aterrorizante. Internamente, ele esperava que esse idiota continuasse a fazer papel de bobo. Ele estava tão sedento de sangue que mal podia esperar para transformar Su Yi em picadinho.

"Yi-er, vai embora! Não te mandei ficar quieto?", disse Su Long, tentando fazer o único herdeiro qualificado da família Su entrar em razão. Naturalmente, ele tinha outros meios de lidar com Qie Ranzhe, e aquele garoto estava os expondo.

Machu sorriu maliciosamente: "Por que você não ouve seu tio e vai embora feito um cachorrinho?". Era uma isca, e, considerando o caráter de Su Yi, ele com certeza morderia.

Su Yi estava furioso, mas assim que estava prestes a dizer uma frase que poderia levá-lo à morte, Qie Ranzhe levantou a mão, fazendo um gesto para Machu se acalmar. Isso deixou Su Yi ainda mais atrevido enquanto ele entrava, inflando o peito. "É isso mesmo. Como meu cunhado pode me recusar? Somos família, não somos?", disse Su Yi, colocando o braço sobre o ombro de Qie Ranzhe.

Toda a sala congelou ao ver aquela mão tocar o ombro de Qie Ranzhe. O homem havia quebrado duas regras em menos de um minuto e, a julgar por sua expressão, não tinha ideia.

Primeiro, ninguém jamais deveria mencionar Su Xin na frente de Qie Ranzhe, a menos que quisesse ser jogado ao mar. Segundo, ninguém jamais deveria tocar em Qie Ranzhe sem permissão; nem mesmo o presidente dos Estados Unidos seria poupado. No entanto, esse imbecil ousou colocar suas patas sujas em Qie Ranzhe.

Os velhos estavam todos prendendo a respiração, um deles até deixou cair a colher que segurava no ar o tempo todo. Mas Su Yi não entendeu a situação. Como um tolo cego, continuou: "Se meu primo continuar te dando problemas, você pode trazê-lo de volta para a família Su. Vou domá-lo primeiro e depois devolvê-lo a você... se tudo mais falhar, vou te dar uma das minhas irmãs, elas são... droga!"

Su Yi não conseguiu terminar a frase, pois seu braço foi torcido, saindo do lugar com um estalo alto. Este foi apenas o começo do sofrimento de Su Yi, enquanto Qie Ranzhe o espancava sem reservas.

Su Yi gritou por ajuda a princípio, mas quando viu que ninguém ia socorrê-lo, soube que estava acabado. Su Long nem se deu ao trabalho de olhar para ele, pois havia enviado especificamente uma pasta inteira com todas as regras e enfatizou que ele lesse e relêsse todas as informações até que estivessem gravadas em seu coração, mas, claro, sua boa vontade caiu em ouvidos surdos, e este foi o resultado.

Quando Qie Ranzhe terminou com ele, Su Yi mal era reconhecível. Ele ainda estava respirando, mas não emitia nenhum som. Qie Ranzhe puxou as mexas de cabelo soltas antes de tirar um lenço para limpar o sangue de suas mãos.

"Como você disse, somos parentes. Essa é a única razão pela qual estou deixando você viver... por enquanto. Velho Su, leve sua porcaria com você quando sair do meu iate", disse Qie Ranzhe antes de se sentar novamente, como se o cara que acabou de espancar alguém até a morte não fosse ele.

Um grupo de homens entrou e carregou Su Yi sem cerimônia, enquanto Su Long se dirigia a Qie Ranzhe: "Nós, da família Su, aceitamos o castigo, e teremos certeza de compensá-lo pelos seus problemas". Suas palavras eram sem dúvida insinceras, mas Qie Ranzhe o deixou ir.

Hoje não era o dia para derrubar Su Long. Ele já tinha um plano para lidar com esse velho, mas agora que Su Xin queria fazer um acordo com ele, ele teve que adiar seus planos. Ou seja, mesmo sem Su Xin, ele planejava punir o velho por velhas mágoas.

Após esse evento horrível, com o chão pintado de vermelho com o sangue de Su Yi, ninguém estava com vontade de festejar, então os chefes do crime foram embora um a um até que Qie Ranzhe foi o único que restou na sala, seus pensamentos desenfreados.


No iate branco chamado Santana King, Su Long estava jogando coisas furiosamente enquanto os gritos de Su Yi enchiam todo o iate. Qie Ranzhe foi muito cruel, quebrando as pernas de seu herdeiro assim. Ele estava planejando adiar seus planos, mas não podia esperar mais.

Agora que não tinha mais um herdeiro, sua mente pensou em outra possibilidade, e essa possibilidade era Qie Xieling. A criança tinha sangue Su correndo em suas veias, o que significava que ele seria um herdeiro adequado.

A raiva no rosto de Su Long derreteu, substituída por um sorriso astuto. Ele não só teria um herdeiro, mas também toda a organização Hei Xue depois de matar Qie Ranzhe. Era uma situação vantajosa, não importa como você olhasse. Com um sorriso animado, ele ordenou que mantivessem Su Yi quieto antes de fechar a porta do escritório para fazer algumas ligações.

Estava na hora de conhecer seu neto.


Enquanto o vovô Su estava tramando um plano horrível, Wen Qinxi estava colocando coisas na sala de pânico da Villa enquanto Qie Xieling o olhava com um olhar divertido, se perguntando o que seu pai estava aprontando.

"Por que preciso de tantos lanches? Eu não como muito", perguntou Qie Xieling enquanto assistia o quarto, que antes era espaçoso, sendo lentamente preenchido com muitas coisas diversas.

Wen Qinxi se virou para olhá-lo enquanto guardava carne seca. "Lembra do que eu te disse? Papai só quer estar preparado para qualquer cenário possível... agora me passe seus livros", respondeu Wen Qinxi apontando para a pilha de livros na entrada da sala de pânico. Talvez suas ações fossem um pouco excessivas, mas ele não conseguia deixar de tratar isso como o apocalipse. Ele não queria que seu filho sofresse nenhum tipo de sofrimento enquanto estivesse trancado aqui quando a Villa fosse atacada. Assim como as mães, os pais também se preocupam.

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