Salvando o CEO Autoritário

Volume 2 - Capítulo 171

Salvando o CEO Autoritário

Alguns meses atrás, se você perguntasse a Wen Qinxi se ele faria esse tipo de coisa, ele te xingaria até a sétima geração; nem sua tataravó escaparia. Nunca em um milhão de anos ele teria imaginado estar nessa situação, agarrado ao seu chefe como um polvo – e não um polvo qualquer, um polvo no cio. Ele só conseguia descrever isso como vergonhoso ou humilhante, mas naquele momento, ele estava pouco se lixando. Com o rosto vermelho como tomate, gemia sem pudores enquanto Qie Ranzhe despia suas roupas camada por camada, sem se esquecer de provocar o caminho todo.

Ele sabia que, se isso vazasse, as mulheres de todo o prédio e todas as fãs do seu CEO se uniriam em um protesto estilo “queima de sutiãs” – ou até mesmo o incendiariam usando os sutiãs como combustível, e o rotulariam de bruxa, ou, nesse caso, de raposa. Mas essa raposa, naquele momento, não se importava. Convenceu-se de que era um tratamento psicológico necessário para tirar seu chefe do jogo.

Os feromônios não permitiram que essa linha de pensamento continuasse, pois ele logo foi arrastado para um mar de prazer que sugava a alma. Qie Ranzhe era como uma besta vilã, mordendo e sugando seus lábios enquanto o despia habilmente, sem deixar de acariciá-lo no processo. Em um instante, Zhao Xieshu estava nu sob ele, implorando para que o tocasse.

Como um narcisista apreciando sua própria obra-prima, ele se ergueu sobre Zhao Xieshu depois de se despir, admirando a pele lisa e vermelha, coçando por seu toque, ansiando por sua carícia suave. "Meu bem, você é tão fodidamente sexy", disse ele, traçando a pele de Zhao Xieshu com a ponta do dedo, provocando-o a ponto de se tornar insuportável, especialmente quando circulou os mamilos estimulados do príncipe. Wen Qinxi quase desejou poder prensar Qie Ranzhe para baixo e acelerar o processo, mas não conseguia devido ao seu corpo fraco, então só pôde expressar suas reclamações de forma não muito educada.

"Ran-ge, para de ficar de enrolação e me pega logo", disse ele, o peito ofegante violentamente, o que, aos olhos de Qie Ranzhe, era pura provocação. O Marechal também não conseguiu se conter, mas queria ouvi-lo implorar, então inclinou-se para beijar os mamilos de Zhao Xieshu e lamber a pele delicada ao redor deles. Logo perdeu a compostura, sugando-os, sua língua quente e sinuosa lambendo, chupando e rodopiando em torno daquele pico que parecia aumentar a cada provocação. Olhando para ele, você diria que estava chupando uma bala, curtindo.

Wen Qinxi não se conteve, seus feromônios ômega fluindo como um rio sem fim, com sons lascivos escapando de sua boca, de modo que a embarcação de guerra vazia logo se encheu desses ruídos conspícuos. Ele se sentia fraco, mas ainda conseguia erguer o peito em direção à boca de Qie Ranzhe, um pedido silencioso para ser chupado com força.

"Papai Ran... eu quero você... eu quero que você... ah!", implorou, sentindo coceira por todo o corpo, com um líquido escorrendo de suas partes ômega.

Os olhos de Qie Ranzhe escureceram quando ele parou abruptamente, sussurrando em sua orelha com uma voz profunda e magnética que puxava as cordas do coração de Wen Qinxi: "Você quer que eu faça o quê?"

Wen Qinxi, cuja fonte de prazer havia sido cortada de repente, não aguentou. "Eu quero que você me foda. Me foda, papai Ran", disse ele, sua aparência tentadora o suficiente para enlouquecer Qie Ranzhe. Juntando-se aos feromônios ômega afrodisíacos que enchiam a atmosfera com seu aroma doce, Qie Ranzhe não conseguiu se conter.

"Droga!", murmurou ele, abrindo as pernas de Zhao Xieshu e empurrando seu membro grosso e duro na caverna úmida que imediatamente se fechou em seu pau, com o ômega sob ele se tensando um pouco.

"Delicadamente... ah... caramba... Ran-ge, com cuidado", disse o homem que mais temia a dor.

Qie Ranzhe o ouviu e usou o último resquício de autocontrole para o penetrar suavemente, perguntando: "Está doendo?... Meu bem, aguente mais um pouco. Logo vai ficar bom", em um tom suave, porém ansioso.

Na verdade, doía, já que era sua primeira vez, afinal, mas com o líquido escorrendo como o rio Nilo e os feromônios alfa com cheiro de jasmim musculoso, seu orifício se abriu facilmente e, com algumas estocadas, a dor que ele temia desapareceu, substituída por uma sensação eufórica avassaladora.

"Ah...", gemeu ele, mordendo o lábio inferior de forma sedutora. Isso foi um bilhete dourado para Qie Ranzhe, que quebrou o último pedaço de seu autocontrole. Com um gemido alto, ele empurrou todo o seu membro grosso na fenda quente e escorregadia. Logo caiu em um ritmo selvagem de estocadas, martelando repetidamente o ponto sensível de Zhao Xieshu, com o líquido escorrendo sobre os lençóis de seda. A embarcação de guerra inteira estava cheia de sons úmidos de “plap plap plap” e ruídos altos e conspícuos que não podiam ser confundidos.

Wen Qinxi nunca havia experimentado um prazer tão excessivo antes. Agora ele entendia por que Qie Ranzhe insistiu em ter essa sessão erótica com feromônios envolvidos. Intensificou a quantidade de prazer que veio de ser fodido sem parar por seu parceiro. Sob a provocação constante de seu ponto sensível pelas estocadas intensas, uma tensão erótica maciça começou a se acumular à medida que seu corpo se aproximava do auge de sua excitação sexual.

Desesperado para aliviar parte dessa tensão e provocar uma liberação rápida, ele tocou seu próprio membro, que havia sido negligenciado, mas não estava reclamando, e tentou se masturbar até o êxtase, mas Qie Ranzhe agarrou seu pulso, repreendendo-o: "Não é permitido", enquanto aumentava a velocidade de suas estocadas até que Wen Qinxi não teve mais forças para se ajudar. Do nada, uma corrente elétrica percorreu todo o seu corpo quando ele atingiu o clímax, o tipo de clímax que não podia ser bem descrito com palavras. O estímulo feroz de seu orgasmo o fez gritar o nome de Qie Ranzhe, seu corpo convulsionando de prazer.

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