Ataque do Pequeno Adorável: O Mimo Infinito do Papai Presidente

Volume 1 - Capítulo 2

Ataque do Pequeno Adorável: O Mimo Infinito do Papai Presidente

O homem tinha um cheiro refrescante que Nan Zhi gostava, um aroma cheio de masculinidade.

Ela roçou seus lábios macios e frescos, depois desceu para o queixo, a mandíbula. A respiração estava descompassada, um gemido baixo escapou de seus lábios ruborizados. “Eu estou me sentindo muito mal, você pode me ajudar…?”

O homem estava prestes a mandá-la embora, quando os lábios dela se pressionaram novamente contra os dele, impedindo-o de falar. Sua língua macia e perfumada deslizou em sua boca, jovem e inexperiente, envolvendo-o de forma um tanto desajeitada.

Nenhum dos dois conseguia ver o rosto do outro com clareza, mas ambos sentiam a temperatura escaldante emanando de seus corpos.

Os braços delicados de Nan Zhi envolveram o pescoço do homem com força. Ela não sabia o que fazer além de beijá-lo. Enterrou o rosto em chamas no pescoço dele e soltou um gemido doloroso.

“Eu fui drogada. Estou me sentindo muito mal.”

Nan Zhi não fazia ideia de por que sentia uma confiança inexplicável naquele homem.

Talvez fosse porque ele estivesse deitado na cama sem se mover. Ou talvez porque ele não a tivesse machucado mesmo depois que ela o beijara daquela forma.

No entanto, ela não havia considerado os instintos primitivos de um homem.

Quando ela se moveu para beijá-lo novamente, ele se mexeu bruscamente, virando-se e a prendendo sob seu corpo, montando-a.

Na escuridão, Nan Zhi sentiu uma atração extrema nos olhos frios e escuros do homem enquanto ele a olhava, puxando-a para perto como um redemoinho sem fim.

Nan Zhi não conseguiu evitar engolir em seco. Suas mãos deslizaram inconscientemente para dentro da camisa dele, seus dedos acariciando levemente, dançando sobre seu abdômen bem definido. Elas começaram a ter vida própria e se moveram para baixo instintivamente…

Doía.

Doía tanto.

Era como se seu corpo tivesse sido brutalmente aberto por um machado.

Apesar de toda a dor, seu corpo dopado só queria mais. Suas mãos se agarraram aos músculos tensos do homem, exigindo mais de seus braços fortes e tensos, enquanto suas unhas deixavam marcas de sangue em seu corpo.

Na Suíte Presidencial, as grossas cortinas cinzas estavam completamente fechadas, com pouca luz entrando no quarto, embora ainda fosse possível ver vagamente a tênue luz do sol do lado de fora.

Era o amanhecer.

O quarto estava cheio do cheiro intenso de sexo.

Na cama, a jovem e delicada garota abriu lentamente os olhos. Seus cílios macios revelaram orbes negras que continham um toque de confusão e desorientação, após o despertar.

Sua cintura fina e macia parecia presa sob um braço musculoso, forte e perfeitamente proporcionado.

Um homem estava deitado atrás dela, o peito colado às suas costas de forma que quase não havia espaço entre eles. Sua respiração era leve e superficial, seu peito subia e descia ritmicamente.

Nan Zhi sentiu um medo imenso no coração ao lembrar aos poucos dos eventos da noite anterior.

Sua pequena mão subiu para cobrir os lábios. Demorou um bom tempo até que ela conseguisse se recompor do choque e da incredulidade, incrédula com o que havia acontecido.

Ela olhou para o homem atrás dela, antes de afastar o braço musculoso da cintura. Seu corpo ameaçava desabar, mas ela se forçou a levantar e sair da cama.

Depois de pegar suas roupas espalhadas pelo chão, ela fugiu do quarto o mais rápido que pôde.

Algum tempo depois, o homem abriu lentamente os olhos. Não havia mais nenhum sinal da garota ao seu lado. Ao levantar a mão, um brinco de pérola caiu suavemente em sua palma.

A mansão da família Nan ficava na última rua de um bairro residencial, onde só viviam ricos e abastados. Nan Zhi desceu do táxi doloridamente e arrastou suas pernas bambas e exaustas até a sala de estar.

Ela mal havia chegado à entrada quando ouviu risos alegres vindos de dentro.

“Shaoxiu Ge*, você tem certeza que pode me dar esse colar de diamantes rosa de presente? Eu não sou sua noiva. Se a Zhizhi descobrir, ela vai me esfolar viva.”

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*Ge é um termo para irmão mais velho, embora você não precise ser parente para chamar alguém de Ge.

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